Contexto recebido
O diagnóstico fiscal apresentado em 2019 registrava déficits recorrentes entre 2014 e 2018 e déficit de R$ 11,2 bilhões em 2018. A comparação exige considerar restos a pagar, receitas extraordinárias e mudanças no ciclo econômico.
Primeiro mandato marcado por ajuste fiscal, regularização de obrigações atrasadas e pela crise sanitária da covid-19.
O diagnóstico fiscal apresentado em 2019 registrava déficits recorrentes entre 2014 e 2018 e déficit de R$ 11,2 bilhões em 2018. A comparação exige considerar restos a pagar, receitas extraordinárias e mudanças no ciclo econômico.
| Ano | Valor |
|---|---|
| 2018 | 10,8 % |
| 2019 | 10,3 % |
| 2020 | 12,7 % |
| 2021 | 12,1 % |
| 2022 | 7,7 % |
| 2023 | 5,8 % |
| 2024 | 5 % |
Como ler: A variação ocorreu durante a gestão estadual, mas emprego também responde ao ciclo econômico nacional, à pandemia, aos juros e a políticas federais. Não é possível atribuição exclusiva.
| Ano | Valor |
|---|---|
| 2018 | -11,2 R$ bi nominais |
| 2021 | 2,1 R$ bi nominais |
Como ler: Valores nominais de anos diferentes não medem poder de compra. A série é exibida apenas para contexto e não incorpora, nesta versão, ajustes por inflação, receitas extraordinárias ou diferenças contábeis.
O balanço institucional informou retorno a resultado positivo em 2021.
Critério: Há mudança do resultado nominal informado, mas a comparação completa depende de relatórios fiscais e ajustes.
A desocupação subiu na pandemia e caiu em 2022.
Critério: A série do IBGE mostra mudança clara, sem separar o efeito de políticas estaduais do ciclo nacional.